Logística Hospitalar

Modelos de abastecimento de ponta a ponta, do armazém central ao ponto de cuidados.

O desafio

Do armazém central a cada unidade, o abastecimento passa por muitas mãos; sem um modelo definido, o nível de serviço depende da experiência de cada pessoa.

Em que nos focamos

  • Modelos de distribuição e reposição
  • Organização de armazéns
  • Níveis de serviço às unidades clínicas

O que muda

Cada unidade recebe o que consome

A distribuição acompanha o consumo real de cada unidade, e não pedidos feitos de memória ou «por precaução».

Um modelo, não muitos hábitos

Rotas, frequências e responsabilidades definidas para todo o hospital, independentemente de quem está de turno.

Nível de serviço mensurável

Sabe-se o que foi entregue, quando e com que incidências, unidade a unidade.

Capacidades

Reposição por consumo e Kanban

O material é reposto quando é consumido, com sinais simples e níveis acordados com cada unidade. Menos urgências e menos stock imobilizado nas unidades.

Logística da farmácia hospitalar

Abastecimento e distribuição de medicamentos e dispositivos médicos a partir da farmácia, coordenados com o restante abastecimento do hospital.

Perguntas que nos fazem com frequência

O que inclui um modelo de logística hospitalar?

Todo o fluxo do material: compras e receção no armazém central, distribuição aos serviços, armazenamento nas unidades e reposição. Definimos circuitos, frequências, níveis de stock e responsabilidades para todo o hospital.

O que é a reposição por consumo ou duplo compartimento?

Cada produto tem dois compartimentos: quando o primeiro esvazia, é lançada a encomenda e usa-se o segundo. O material é reposto de acordo com o consumo, e não com pedidos feitos de memória.

Por onde se começa?

Por um diagnóstico da situação atual com dados do próprio hospital e, depois, um piloto em um ou dois serviços, com indicadores acordados antes de começar.

Falamos sobre como aplicá-la no seu hospital?

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