Farmácia

A farmácia partilha com a logística necessidades de armazenamento, encomenda e rastreabilidade, sob regulamentação própria. Quando os circuitos não estão coordenados, o trabalho duplica-se e perde-se visibilidade.

Farmácia: O que muda

O que muda
  • Farmácia e logística trabalham com a mesma informação
  • Rastreabilidade onde o produto a exige
  • Indicadores partilhados para decisões conjuntas
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No dia a dia

A farmácia prepara as suas encomendas, a logística prepara as suas e as unidades recebem dois circuitos diferentes, com horários e critérios distintos. Alguns produtos guardam-se nos dois armazéns, de outros não se sabe bem quem os repõe, e quando a administração pede dados de consumo cada serviço apresenta números que não coincidem totalmente. Nos serviços, a enfermagem nem sempre sabe a quem pedir cada coisa nem quando chegará, e acaba por telefonar aos dois.

Como abordamos

Coordenamos os circuitos da farmácia e da logística respeitando a regulamentação de cada produto, para que ambos os serviços trabalhem com a mesma informação e as unidades tenham um só interlocutor para cada necessidade.

1Mapear os circuitos

Revemos que produtos passam por cada serviço, como se pedem e como chegam às unidades, para detetar duplicações e lacunas.

2Acordar quem repõe o quê

Definimos com a farmácia e a logística os circuitos de reposição, os responsáveis e a rastreabilidade que cada tipo de produto exige.

3Indicadores comuns

Ambos os serviços partilham indicadores de consumo, stock e serviço, para decidir com os mesmos dados.

4Comunicar às unidades

As unidades recebem um guia claro do que se pede a cada serviço e em que prazos, e é revisto com elas após as primeiras semanas.

O que medimos

  • Produtos armazenados em dois circuitos
  • Roturas de stock nas unidades
  • Valor do stock por serviço
  • Validades expiradas
  • Tempo de resposta às unidades
  • Pedidos aos dois serviços pela mesma necessidade

Perguntas que nos fazem com frequência

Substitui o sistema de gestão da farmácia?

Não. Complementa-o com o controlo do stock e dos circuitos, e liga-se ao ERP do hospital por integração (com âmbito definido em cada projeto), para não duplicar registos.

Aplica-se a medicamentos ou a dispositivos médicos?

Depende do âmbito acordado. A rastreabilidade adapta-se ao que cada tipo de produto exige, sem impor o mesmo circuito a todos.

O que se ganha se os dois serviços partilharem dados?

Evita-se guardar o mesmo em dois sítios, vê-se mais cedo o que vai caducar e as unidades deixam de pedir o mesmo a dois serviços. Podem também comparar-se números de consumo que hoje não batem certo.

A farmácia perde controlo sobre os seus produtos?

Não. Cada serviço mantém a responsabilidade e as condições de armazenamento que a sua regulamentação exige; o que se partilha é a informação, não a decisão.

Quem nota a diferença

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