RFID e Rastreabilidade

Identificação automática dos produtos, desde a entrada no hospital até à utilização.

O desafio

A regulamentação UDI exige saber que dispositivo foi utilizado em cada paciente, e registá-lo à mão em plena atividade assistencial é lento e sujeito a erros.

Em que nos focamos

  • RFID aplicado a produtos de saúde
  • UDI e rastreabilidade regulamentar
  • Rastreabilidade associada ao episódio do paciente

O que muda

Registo sem introdução manual

O produto é identificado automaticamente, sem digitar códigos em plena atividade assistencial.

Resposta ágil aos alertas

Saber que doentes receberam um lote afetado sem consultar registos em papel.

Cumprimento UDI documentado

A rastreabilidade exigida pela regulamentação fica registada como parte do trabalho diário.

Capacidades

Recolha de produtos e alertas de segurança

Perante um alerta, localiza-se o material afetado ainda em stock e identificam-se os doentes associados, para atuar com rapidez e deixar registo.

Perguntas que nos fazem com frequência

Para que serve a RFID num hospital?

Para identificar dispositivos médicos de forma automática, sem os ler um a um, e registar a sua receção, localização e utilização. É especialmente útil em implantes e material de alto valor.

O que exige a rastreabilidade UDI do MDR aos hospitais?

O Regulamento (UE) 2017/745 relativo aos dispositivos médicos exige que as instituições de saúde registem e conservem o identificador único (UDI) dos dispositivos implantáveis da classe III que fornecem ou recebem. Integramos esse registo na rotina de trabalho.

Integra-se com os sistemas do hospital?

Sim. A informação de rastreabilidade integra-se com o ERP e, quando aplicável, com o episódio do doente, através de interfaces acordadas com a equipa de sistemas.

Falamos sobre como aplicá-la no seu hospital?

Pedir um diagnóstico